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September 27th, 2007 by drcursorPelos vistos os nossos primos afastados aqui do lado, têm um novo jornal, o Jornal Público, sinceramente não sei se é um franchising, ou apenas uma coincidencia de nome e imagem.
Pelos vistos os nossos primos afastados aqui do lado, têm um novo jornal, o Jornal Público, sinceramente não sei se é um franchising, ou apenas uma coincidencia de nome e imagem.
O estado da nação é tal, que me leva a concordar com Pedro Santana Lopes (PSL) , “o país deve estar louco”!
Após termos uma semana em que apenas existiram 3 ou 4 noticias :
…só nos faltava mesmo uma entrevista a PSL em que este é abruptamente interrompido para mostrar em directo a chegada de José Mourinho ao Aeroporto de Lisboa… ( video 1, video 2).
Mais triste, é o director da SIC Noticias, Ricardo Costa, em vez de pedir desculpas, dizer que a reação de PSL foi “despropositada e inusitada”.
Dêem uma olhada nos seguintes videos e textos, e se calhar podem mudar um pouco de opinião sobre cuba e seu sistema politico-social.

Destrói todo o sistema social, vende tudo o que ainda é público, tenta destruir o sistema público de educação, mas mesmo assim tem uma série de macacos (economistas, opinion-makers, etc) a bater palmas na televisão, rádio e jornais…
Vale a pena ver todo… era o que alguns dos senhores do naomeligues mereciam…
(roubado daqui)
Hoje no telejornal da RTP1 tivemos (eu pelo menos tive) uma overdose de Mourinho:
Na primeira parte teve direito a:
- primeiros 15 minutos
- 3 blocos de 2 minutos
Na segunda parte teve direito a:
- Primeiro minuto
- 1 bloco de 1 minuto
- Final
Penso que é importante salientar que :
- nos outros dois canais o panorama foi igual
- a maior parte deste tempo foi com imagens a repetir vezes sem conta, com entrevistas a repetir, etc
- na primeira parte do telejornal, Mourinho teve direito a 55% do tempo
- na segunda parte do telejornal, embora possa parecer que não teve muito tempo, foi tema omni-presente durante a parte dedicada ao desporto.
Video 1:
Video 2:
Surgiu uma nova praga um pouco por todo o lado - os distribuidores de jornais gratuitos - à entrada do metro, do comboio, em locais de maior movimento, nos semáforos, estacionamentos - resumindo, um pouco por todo o lado.
Sinceramente não entendo a febre dos jornais gratuitos, não entendo como é possivel tantos para um mercado que não deve ser assim tão grande (embora recentemente alguns já tenham desaparecido, nunca tardam em aparecer novos para os substituir…) .
Não entendo como é possivel ver-se tanta gente a ler estes jornais como se tratassem de jornais normais, ignorando por completo a qualidade do material que leem (será que nunca lerem outro jornal antes para poderem comparar? - embora seja também interessante observar o decrescimo de qualidade dos jornais “normais”, agora tornados repetidores de agencias noticiosas e comerciais) - mas não ignoram apenas a qualidade, parecem também ignorar os interesses por detrás destes jornais - comerciais e politicos. (e não me apetece dizer mais nada sobre isto)
Já vem um pouco atraso este post, e não passa de um rascunho de um texto que nunca vai ser escrito como deve ser…peço portanto desculpa pela confuão..
Desde de 2001, sempre que chega o mês de Setembro, os media começam a dar documentários sobre os acontecimentos do 11 de Setembro - sobre os bombeiros, sobre os sobreviventes, sobre os familiares das vitimas - e todos os anos é passada a imagem de vitima dos EUA em relação ao que se passou — passa-se essa mensagem, mas nunca se discutem as razões, nunca se discutem os porquês (embora por vezes sejemos bombardeados com contra-teorias da conspiração - aparentemente para fazer parecer que qualquer teoria que ponha em causa a versão oficial dos acontecimentos não passa de uma palhaçada), e muito mais importante, nunca se compara o número real de mortos do 11 de Setembro, com o número de mortos que resultaram das medidas securitárias que os EUA implementaram desde então [estimam-se que existam cerca de 600.000 mortos no Iraque desde a invasão americana, 100.000 no Afeganistão, etc…]
Com a desculpa do 11 de Setembro e do terrorismo, os EUA impuseram internamente um sistema orweliano de controlo sobre a sua população, em que qualquer um, em qualquer altura, e em qualquer lugar (e há casos fora dos EUA, com cidadãos estrangeiros) pode ser capturado, encarcerado, torturado e não ter direito a advogado, defesa ou julgamento.
Com a desculpa do 11 de Setembro, Bush e seus amigos (com a ajuda dos muy-democráticos Democratas) impuseram aos seus cidadãos uma série de novas regras que incluem, mas não se limitam a: